O colectivo abriu as portas da primeira exposição em 2005, nas instalações da antiga Interpress, ao Bairro Alto. O evento tornou-se de imediato um marco de referência no panorama da arte urbana em Portugal. Através dos trabalhos dos seus membros, veio legitimar e reconhecer a presença do graffiti enquanto actividade artística, em ambientes interiores que possibilitam outra relação de diálogo com um público mais vasto.
O evento seria consolidado nas edições seguintes, em 2006 ainda na Interpress, e em 2007 na Fábrica de Braço de Prata. Neste último, o espaço seria ocupado com propostas de criação individual e colectiva em vários suportes abrangentes, da pintura mural à fotografia, passando por instalações, personalização de vários objectos e expressão gráfica. Esta edição seria igualmente marcada pelo lançamento do livro “Visual Street Performance”, a primeira abordagem séria a ser publicada sobre um colectivo